Category Archives: Ophthalmology (vision and eye diseases)

How the eye works? : eye anatomy, myopia, hyperopia.
Presbyopia.
Glaucoma.

Eye Floaters and Flashes, with Animation.

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From the patient’s point of view, floaters are objects that drift around in the field of vision. They may look like blobs, little worms or cobwebs that move with the eye’s movement. They seem impossible to focus on and are most visible when looking against a bright plain background such as a blue sky or a blank computer screen. Floaters are in fact particles suspended inside the vitreous body – the gel-like structure that fills the space between the lens and the retina. What we see, however, are not the floaters themselves, but the shadows they cast on the retina. The closer they are to the retina, the larger and clearer they appear in the field of vision.

Commonly, floaters develop as part of normal aging. With age, the gel-like vitreous body undergoes syneresis – a process in which water is separated from solid components, creating pockets of fluid that are perceived by the patient as blobs or little worms. The major structural protein of the vitreous – collagen fibrils – become denatured, clump together and can be seen as floating strings or cobwebs. The fluid pockets may collapse, causing the vitreous to shrink and pull away from the retina. This pulling exerts mechanical stimulations on the retina, producing “flashes of light” or photopsias in peripheral vision. Eventually, the vitreous is separated from the retina. This is known as posterior vitreous detachment or PVD. PVD is very common but is generally benign and does not require treatment. The floaters may be a nuisance to vision, but in most people, the brain will eventually learn to ignore them. Complications may happen, however, in a small number of cases. As the vitreous detaches, it may pull the retina with it, resulting in a retinal tear. Fluid from the vitreous may then sip through the tear and cause the retina to separate from the underlying tissue. This is known as retinal detachment and is a sight-threatening condition. Worrying signs to watch out for include:

  • A sudden increase in number of new floaters, especially tiny ones as these may represent pigments or blood cells released from the damaged retina or blood vessels.
  • A shade or curtain of vision – a sign of loss of vision from the detached part of the retina.

People with high degree of myopia are at higher risks of having PVD. The longer shape of the eyeball in myopia increases the likelihood of PVD and also the risk of retinal complications. This is because the retina is stretched over a larger surface and becomes thinner and more vulnerable to tears.

Other risk factors for PVD include intraocular inflammation, trauma, previous eye surgery, diabetes and family history.

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LASIK ou PRK? O que é mais adequado para mim?

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LASIK, ou “ceratomileuse assistida por excimer laser in situ”, é a cirurgia de olho com laser mais comumente realizada para tratar a miopia, hipermetropia e astigmatismo. O objetivo do tratamento é remodelar a córnea para corrigir o erro refrativo do olho.
A córnea é uma estrutura transparente e possui formato semiesférico, localizada na parte frontal do olho. A córnea refrata a luz e é responsável por cerca de dois terços da potência óptica total do olho. A alteração da curvatura da córnea altera a forma como os raios de luz entram no olho. Como resultado, os raios de luz podem ser adequadamente focados na retina para uma visão mais clara. Para as pessoas com miopia, o laser é usado para tornar a córnea mais plana. Para as pessoas com hipermetropia, deixa-se a córnea mais inclinada. Para os pacientes com astigmatismo, o laser é usado para deixar a forma irregular da córnea mais regular.
A camada exterior da córnea – o epitélio – é capaz de substituir-se dentro de alguns dias depois de ser danificado ou retirado. A camada mais profunda da córnea – o estroma, ao contrário, é um tecido permanente com capacidade de regeneração muito limitada. O estroma, se alterado por um laser, permanecerá assim permanentemente.
Nesse procedimento, um “FLAP” fino e circular é feito na superfície da córnea para ter acesso ao tecido da córnea permanente. Isso pode ser feito com um instrumento de corte mecânico chamado de microquerotomia, OU, sem uso de lâmina, por um laser femtosegundo. Um excimer Laser é então empregado para remover parte do tecido corneano, remodelando a córnea. Excimer laser utiliza raios frios de luz ultravioleta para vaporizar quantidade microscópica do tecido, de forma exata para remodelar a córnea com precisão. O Excimer laser é controlado por computador e está programado com base no erro refrativo do paciente. O “FLAP” é então colocado de volta no lugar para que haja a cicatrização.
A cirurgia ocular LASIK é geralmente indolor e pode ser concluída em poucos minutos. Pode se perceber a melhora da visão de um dia para o outro.

PRK, ou Ceratectomia fotorrefrativa, foi o primeiro tipo de cirurgia ocular a laser para correção da visão e é o precursor do procedimento popular LASIK. No PRK, NÃO é feito o “FLAP”. Em vez disso, as células epiteliais sobre a superfície do olho são simplesmente removidas. Um excimer laser é então usado para remodelar a córnea, assim como é feito no LASIK.
Os resultados da correção da visão com a cirurgia PRK são comparáveis aos do LASIK, mas o período de recuperação é mais longo. Isto porque o epitélio é completamente removido no PRK e leva alguns dias para se regenerar. Os pacientes de PRK também têm mais desconforto e a visão borrada nos primeiros dias após a cirurgia. A melhora da visão também leva mais tempo para ser alcançada.
PRK, no entanto, oferece certas vantagens. O PRK não envolve a criação do “FLAP”, que contém tanto tecido epitelial quanto o tecido estromal, que é o mais profundo, com isso, todo o estroma está disponível para o tratamento. Portanto, o alcance do tratamento é maior. Isto é particularmente útil para pacientes com níveis elevados de miopia ou para aqueles cuja córnea é muito fina para LASIK. PRK também é livre de riscos de complicações relacionadas com o “FLAP”.

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Desenvolvimento de Glaucoma, Ângulo Aberto vs Ângulo Fechado, com Animação.

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O glaucoma refere-se a um grupo de doenças dos olhos em que o nervo óptico é danificado, levando à perda irreversível da visão. Na maioria dos casos, esse dano se deve a um aumento na pressão dentro do olho.
O olho produz um fluido chamado humor aquoso, que é secretado pelo corpo ciliar na câmara posterior, um espaço entre a íris e o cristalino. Em seguida, ele flui através da pupila para a câmara anterior, entre a íris e a córnea. A partir daí, é drenado, isto é, sai do olho, através de uma estrutura similar a uma esponja localizada na base da íris, chamada de rede trabecular. Em um olho saudável, a taxa de secreção é igual à taxa de drenagem.
Em pessoas com glaucoma, o canal de drenagem está parcialmente ou completamente bloqueado. O líquido se acumula nas câmaras, aumentando a pressão intra-ocular. A pressão empurra o cristalino para trás, pressionando o corpo vítreo, que por sua vez comprime e danifica os vasos sanguíneos e as fibras nervosas que se estendem na parte posterior do olho. Essas fibras nervosas danificadas provocam manchas de perda da visão, e se não forem tratadas, podem levar à cegueira total.
Existem dois tipos principais de glaucoma: de ângulo aberto e de ângulo fechado.
O glaucoma de ângulo aberto, ou glaucoma crônico, é causado por um bloqueio parcial do canal de drenagem. O ângulo entre a córnea e a íris está “aberto”, o que significa que a entrada para a drenagem está livre, mas o fluxo de humor aquoso está um pouco lento. A pressão aumenta gradualmente no olho durante um longo período de tempo. Os sintomas aparecem gradualmente, começando com a perda da visão periférica, podendo passar despercebida até que a visão central seja afetada. A progressão do glaucoma pode ser interrompida com tratamentos médicos, mas parte da visão que já foi perdida não pode ser reparada. É por isso que é muito importante detectar sinais de glaucoma precocemente com exames oftalmológicos periódicos.
O glaucoma de ângulo fechado, ou glaucoma agudo, é causado por um bloqueio repentino e completo da drenagem do humor aquoso. A pressão dentro do olho aumenta rapidamente e pode levar à perda total da visão com rapidez. Certas características anatômicas do olho, tais como, estreito ângulo de drenagem, câmara anterior com pouca profundidade e íris delgada e caída, aumentam o risco de desenvolvimento de glaucoma agudo. Geralmente, isso acontece quando a pupila está dilatada e o cristalino fixa-se na parte posterior da íris. Isso impede que o humor aquoso flua através da pupila para a câmara anterior. O acúmulo de líquido na câmara posterior empurra a íris causando uma protuberância para fora, bloqueando o ângulo de drenagem completamente. O glaucoma agudo de ângulo fechado é uma emergência médica e requer atenção imediata.

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LASIK ou PKR? Ce qui est bon pour moi? Avec Animation

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Le LASIK est la chirurgie oculaire au laser la plus couramment pratiquée pour traiter la myopie, l’hypermétropie et l’astigmatisme. Le but du traitement est de remodeler la cornée pour corriger l’erreur de réfraction de l’oeil.

La cornée est la structure transparente, de forme bombée, à la surface de l’oeil. La cornée réfracte la lumière et représente environ deux tiers de la puissance optique totale de l’œil. En modifiant la courbure de la cornée, on change la manière dont les rayons lumineux pénètrent dans l’œil. Par conséquent, les rayons lumineux sont focalisés correctement sur la rétine pour une vision plus claire. Chez le myope, le laser est utilisé pour aplatir la cornée. Chez l’hypermétrope, la cornée est faite plus cambrée. Chez l’astigmate, le laser est utilisé pour lisser la cornée de forme irrégulière en une forme plus régulière.

La couche externe de la cornée – l’épithélium – est capable de se remplacer dans quelques jours après avoir été endommagés ou enlevés. La couche plus profonde de la cornée – le stroma, au contraire, est un tissu cornéen permanent avec une capacité de régénération très limitée. Le stroma, une fois remodelé par un laser, restera de cette façon en permanence.

Dans ce procédé, une fine lamelle, aussi appelé un volet, est créé dans la surface de la cornée pour avoir accès au tissu permanent de la cornée. La découpe peut être réalisée avec un instrument automatisé appelé un micro-kératome, ou, dans une opération Lasik 100% laser, par un laser femtoseconde. Un laser excimer est ensuite utilisé pour enlever un peu de tissu cornéen pour remodeler la cornée. Le laser excimer émet un rayon froid de lumière ultraviolette pour vaporiser des quantités microscopiques de tissu cornéen d’une manière précise. Le laser excimer est contrôlé par informatique et est programmé en fonction de l’erreur de réfraction du patient. Le volet est ensuite repositionné pour cicatriser naturellement.

Le LASIK est quasiment sans douleur et peut être complété en quelques minutes. L’amélioration de la vision est généralement perceptible dès le lendemain.

La PKR, ou Photokératectomie Réfractive, est le premier type de chirurgie oculaire au laser pour corriger la vision et le prédécesseur de la procédure LASIK. La PKR ne comporte pas de découpe de volet cornéen. Au lieu de cela, les cellules épithéliales de surface de l’oeil sont simplement enlevées. Un laser excimer est ensuite utilisé pour remodeler la cornée comme il le fait dans le LASIK.Les résultats de correction de la vision de la PKR sont comparables à ceux du LASIK, mais la période de récupération est plus longue. C’est parce que l’épithélium est complètement enlevé en PKR et il lui faut quelques jours pour se régénérer. Cela se manifeste par une gêne oculaire, des larmoiements et une vision un peu trouble. L’amélioration de la vision prend également plus de temps à atteindre.

La PKR offre toutefois certains avantages. Étant donné que la PKR ne nécessite pas la création d’un volet, qui contient à la fois de l’épithélium et du tissu de stroma, la totalité de l’épaisseur du stroma est disponible pour le traitement. La gamme de traitement est donc plus large. Ceci est particulièrement utile pour les patients avec des très fortes myopies ou pour ceux dont la cornée est trop fine pour le LASIK. La PKR aussi évite les complications potentielles de découpe du volet cornéen.

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LASIK o PRK? Cuál es el adecuado para mí?

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El LASIK o queratomileusis in situ asistida con láser, es la cirugía de ojo con láser más comúnmente realizada para tratar miopia, hipermetropía y astigmatismo.  El objetivo del tratamiento es reformar la córnea para corregir el error refractivo del ojo.

La córnea es la estructura transparente en forma de cúpula en la parte frontal del ojo. La córnea refracta la luz y constituye alrededor de dos tercios de la capacidad óptica total del ojo. Alterando la curvatura de la córnea se cambia la manera en la que los rayos de luz entran en el ojo. Como resultado, los rayos de luz pueden ser enfocados adecuadamente en la retina para una visión más clara. Para gente con miopía, el láser es utilizado para aplanar la córnea. Para gente hipermétrope, la córnea se hace más abrupta. Para pacientes con astigmatismo, el láser es utilizado para suavizar la córnea de forma irregular en una forma más regular.

La capa externa de la córnea – el epitelio – es capaz de reemplazarse a sí mismo en cuestión de unos días tras haber sido dañado o extirpado. La capa más profunda de la córnea – el estroma, al contrario, es un tejido corneal permanente de muy limitada capacidad para regenerarse. El estroma, si es reformado por un láser, permanecerá de esa forma permanentemente.

En este procedimiento, una “lámina” delgada y circular es creada en la superficie de la córnea para ganar acceso al tejido corneal permanente. Esto puede ser realizado con una herramienta de corte mecánico llamada microqueratomo, o, para un caso sin bisturí, por un láser de femtosegundo. Un láser excímer es entonces empleado para retirar algo de tejido corneal para reformar la córnea. El láser excímer utiliza rayos fríos de luz ultravioleta para vaporizar cantidades microscópicas de tejido de una manera exacta para reformar la córnea con precisión. El láser excímer está controlado por ordenador y es programado en base al error refractivo del paciente. A continuación, la “lámina” es puesta en su lugar y se le permite cicatrizarse.

La cirugía de ojo LASIK es generalmente indolora y puede ser completada en minutos. Una visión mejorada puede percibirse de un día a otro.

La PRK, o queratectomía fotorrefractiva, fue el primer tipo de cirugía ocular láser para corrección de la visión y es el predecesor del popular  procedimiento LASIK.  En la PRK, no se crea ninguna “lámina”. Más bien, las células epiteliales en la superficie del ojo son simplemente extraídas. Un láser excímer es entonces utilizado para reformar la córnea tal como se hace en LASIK.

Los resultados de la corrección de la visión de la cirugía PRK son comparables a los de LASIK, pero el período de recuperación es más largo. Esto es porque el epitelio se ha extraído por completo en PRK y se necesitan unos días para su regeneración. Los pacientes de PRK también sienten mayor incomodidad y borrosidad en la visión en los primeros días tras la cirugía. La mejora en la visión también tarda más tiempo en conseguirse.

La PRK, no obstante, ofrece determinadas ventajas. La PRK al no involucrar la creación de una “lámina”, la cual contiene tejido tanto epitelial como el profundo estroma, la completa capa del estroma está disponible para tratamiento. El alcance del tratamiento es por tanto más elevado. Esto es particularmente útil para pacientes con altos niveles de miopía o para esos cuya córnea es demasiado delgada para el LASIK. PRK está también libre de riesgos de complicación en relación a la “lámina”

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LASIK or PRK? Comparison of Procedures, with Video.

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LASIK, or “laser-assisted in situ keratomileusis,” is the most commonly performed laser eye surgery to treat myopia, hyperopia and astigmatism. The goal of the treatment is to reshape the cornea to correct the refractive error of the eye.

The cornea is the transparent dome-shaped structure in front of the eye. The cornea refracts light and accounts for about two-thirds of the eye’s total optical power. Altering the curvature of the cornea changes the way light rays enter the eye. As a result, the light rays can be focused properly onto the retina for clearer vision. For nearsighted people, the laser is used to flatten the cornea. For farsighted people, the cornea is made steeper. For patients with astigmatism, the laser is used to smooth the irregularly-shaped cornea into a more regular shape.

The outer layer of the cornea – the epithelium – is capable of replacing itself within a few days after being damaged or removed. The deeper layer of the cornea – the stroma, on the contrary, is a permanent corneal tissue with very limited regenerative capacity. The stroma, if reshaped by a laser, will remain that way permanently.

In this procedure, a thin, circular “FLAP” is created in the surface of the cornea to gain access to the permanent corneal tissue. This can be done with a mechanical cutting tool called a microkeratome, OR, for a blade-free experience, by a femtosecond laser. An excimer laser is then used to remove some corneal tissue to reshape the cornea. Excimer laser uses cool ultraviolet light beams to vaporize microscopic amounts of tissue in a precise manner to accurately reshape the cornea. The excimer laser is computer-controlled and is programmed based on the patient’s refractive error. The flap is then laid back in place and is allowed to heal.

LASIK eye surgery is mostly painless and can be completed within minutes. Improved vision can usually be seen overnight.

PRK, or photorefractive keratectomy, was the first type of laser eye surgery for vision correction and is the predecessor to the popular LASIK procedure.  In PRK, NO flap is created. Rather, the epithelial cells on the eye surface are simply removed. An excimer laser is then used to reshape the cornea just like it does in LASIK.

The vision correction outcomes of PRK surgery are comparable to those of LASIK, but the recovery period is longer. This is because the epithelium is completely removed in PRK and it takes a few days to regenerate. PRK patients also have more discomfort and haziness of vision in the first few days after the surgery. Improved vision also takes longer to achieve.

PRK does, however, offer certain advantages. Because PRK does not involve creation of a flap, which contains both epithelial and deeper stromal tissue, the entire thickness of the stroma is available for treatment. The treatment range is therefore higher. This is particularly useful for patients with high levels of myopia or for those whose cornea is too thin for LASIK. PRK is also free of flap-related complication risks.

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Glaucoma de Ángulo Abierto y de Ángulo Cerrado, con Animación.

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El glaucoma es un grupo de enfermedades del ojo en las que el nervio óptico se daña conduciendo a una irreversible pérdida de la visión. En la mayoría de los casos, este daño está causado por un incremento en la presión dentro del ojo.

El ojo produce un fluido llamado humor acuoso que es secretado por el cuerpo ciliar en la cámara posterior – un espacio entre el iris y el cristalino. Luego este fluye a través de la pupila hacia la cámara anterior entre el iris y la córnea. Desde aquí, se drena a través de una estructura similar a una esponja localizada en la base del iris llamada la malla trabecular y sale del ojo. En el ojo sano, la tasa de secreción iguala la tasa de drenaje.

En personas con glaucoma, el canal de drenaje está parcial o completamente bloqueado. El fluido se acumula en las cámaras y esto incrementa la presión dentro del ojo. La presión empuja la lente hacia atrás y hace presión en el cuerpo vítreo que a su vez comprime y daña los vasos sanguíneos y las fibras nerviosas que discurren en la parte posterior del ojo. Estas fibras nerviosas dañadas dan por resultado parches de pérdida de la visión, y si no es tratado, puede conducir a la ceguera total.

Hay dos tipos principales de glaucoma: de ángulo abierto y de ángulo cerrado – o por cierre angular.

El glaucoma de ángulo abierto, o glaucoma crónico, es causado por un bloqueo parcial del canal de drenaje. El ángulo entre la córnea y el iris está “abierto”, lo que significa que la entrada al drenaje está libre, pero el flujo del humor acuoso es algo lento. La presión aumenta gradualmente en el ojo durante un largo periodo de tiempo. Los síntomas aparecen gradualmente, empezando por la pérdida de la visión periférica, y pueden pasar desapercibidos hasta que la visión central se vea afectada. La progresión del glaucoma puede ser detenida con tratamientos médicos, pero parte de la visión que se ha perdido NO puede ser restaurada. Es por esto que es muy importante detectar signos de glaucoma tempranamente con exámenes oftalmológicos periódicos.

El glaucoma de ángulo cerrado, o glaucoma agudo, es causado por un súbito y completo bloqueo del drenaje del humor acuoso. La presión dentro del ojo incrementa rápidamente y puede conducir a una pérdida total de la visión con rapidez. Ciertas características anatómicas del ojo como un estrecho ángulo de drenaje, cámara anterior con poca profundidad, iris delgado y caído, facilitan el desarrollo de glaucoma agudo. Generalmente, esto sucede cuando la pupila está dilatada y el cristalino se atasca en la parte posterior del iris. Esto impide que el humor acuoso fluya a través de la pupila hacia la cámara anterior. La acumulación de fluido en la cámara posterior empuja el iris causando que este se abombe hacia adelante y bloquee el ángulo de drenaje completamente. El glaucoma agudo de ángulo cerrado es una emergencia médica y requiere atención inmediata.

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Glaucome à Angle Ouvert et Glaucome Par Fermeture de l’Angle, avec Animation.

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Le glaucome est un groupe de maladies oculaires dont le nerf optique est endommagé conduisant à une perte irréversible de la vision. Dans la plupart des cas, ces dommages sont dus à une montée de la pression intra-oculaire.
L’œil produit un liquide appelé humeur aqueuse qui est sécrété par le corps ciliaire dans la chambre postérieure – un espace entre l’iris et le cristallin. Il se dirige ensuite à travers la pupille vers la chambre antérieure entre l’iris et la cornée. De là, il est évacué hors de l’œil par un filtre situé à la base de l’iris appelé le trabéculum. Dans un œil sain, il y a équilibre entre la sécrétion et l’évacuation.
Chez les personnes atteintes de glaucome, le filtre d’évacuation est partiellement ou totalement bloqué. Fluide accumule dans les chambres, ce qui augmente la pression dans l’œil. La pression entraîne le cristallin en arrière et appuie sur le corps vitré qui à son tour comprime et endommage les vaisseaux sanguins et des fibres visuelles à l’arrière de l’œil. Ces fibres nerveuses endommagées entraînent des taches de perte de vision, et en l’absence de traitement, peuvent conduire à la cécité complète.
Deux grandes formes de glaucome existent. Il s’agit du glaucome à angle ouvert et du glaucome par fermeture de l’angle.
Glaucome à angle ouvert ou glaucome chronique, est lié à l’obstruction partielle du filtre d’évacuation. L’angle entre la cornée et l’iris est “ouvert”, mais l’écoulement de l’humeur aqueuse est un peu lent. La pression augmente graduellement dans l’œil au cours d’une longue période de temps. Les symptômes apparaissent progressivement, commençant par une perte de vision périphérique, et peuvent passer inaperçu jusqu’à ce que la vision centrale est affectée. La progression du glaucome peut être arrêté avec des traitements médicaux, mais la partie de la vision déjà perdue ne peut pas être restaurée. C’est pourquoi qu’il est très important de détecter les signes de glaucome débutant avec des examens réguliers auprès d’un ophtalmologiste.
Glaucome par fermeture de l’angle ou glaucome aigu, est lié à l’obstruction soudaine et complète de l’angle de passage de l’humeur aqueuse. La pression dans l’œil augmente rapidement et peut conduire à la perte totale de la vision très vite. Certaines caractéristiques anatomiques de l’œil tels que l’angle de drainage étroite, la chambre antérieure peu profonde, l’iris mince et tombant, facilitent le développement du glaucome aigu. Typiquement, cela se produit lorsque la pupille est dilatée et le cristallin est collé à l’arrière de l’iris. Cela empêche l’humeur aqueuse de circuler à travers la pupille vers la chambre antérieure. L’accumulation de liquide dans la chambre postérieure appuie sur l’iris, l’amenant à se bomber vers l’extérieur, et à bloquer l’angle d’évacuation complètement. Glaucome aigu est une urgence médicale, imposant une intervention immédiate.

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Canaloplasty

Below is a narrated animation of canaloplasty procedure. Click here to license this video on Alila Medical Media website.


Canaloplasty is a newer, less invasive surgical procedure performed for treatment of open angle glaucoma. The procedure involves enlargement of the eye’s natural drainage canal – the Schlemm’s canal.

In this procedure:

–          A small opening is made in the sclera to gain access to the Schemm’s canal.

–          A microcatheter, essentially a fiber-optic tube, is inserted to encircle and enlarge the drainage canal.

–          After a full circle of cannulation, the microcatheter is used to pull a suture through the entire circumference of the canal.

–          The ends of the suture are then tied together to provide tension to the inner wall of the canal and the associated trabecular meshwork. This keeps the canal open and facilitates aqueous humor drainage.

Canaloplasty v2 with 2 layers of flaps
Fig. 1: Canaloplasty procedure. Click on image to see it on Alila Medical Media website where the image is also available for licensing (together with other related images and videos).

 

 

 

Canaloplasty is less invasive than the traditional trabeculectomy surgery as it does not require penetration into the anterior chamber of the eye. The procedure is therefore much safer, resulting in less complication.

Canaloplasty is recommended for patients at high risk of infection or bleeding, and for those  who have had complications in the other eye from trabeculectomy. Contact lens users may also be good candidates for this procedure.

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Trabeculectomy

Below is a narrated animation about trabeculectomy procedure for glaucoma. Click here to license this video on Alila Medical Media website.


Trabeculectomy, also called Filtration Surgery, is a surgical procedure performed for treatment of glaucoma. The treatment involves removing part of the trabecular meshwork and creating a new escape route for the aqueous humor. When successful, it allows the aqueous fluid to drain from the eye into an area ( called a bleb) underneath the conjunctiva where it is subsequently absorbed by the body’s circulatory system or filtered into tears.
Trabeculectomy with iridectomy

Fig. 1: Trabeculectomy (on top) compared to normal anatomy (bottom). Click on image to see it on Alila Medical Media website where the image is also available for licensing (together with other related images and videos).

 

 

 

 


In this procedure:

–          A conjunctival pocket is created and maybe treated with Mitomycin or other antimetabolites for a few minutes. These drugs are used to prevent scarring of the operation site. Scarring, if occurs, may clog the new drainage canal, and is therefore the major reason the procedure may fail.

–          A half thickness flap is then made in the sclera and is dissected all the way to the clear cornea. (step 1 in Fig.2)

–          A block of scleral tissue including part of the trabecular meshwork and Schlemm’s canal is then removed to make a hole into the anterior chamber of the eye. (step 2 in Fig. 2)

–          As the iris may plug up this hole from the inside, a piece of the iris maybe removed at this time. This is called iridectomy. (step 2 in Fig. 2)

–          The scleral flap is then sutured loosely back in place (step 3 in Fig. 2). These sutures can be released gradually during a couple of weeks after surgery. This allows adjustment of the aqueous flow in order to achieve target pressure and to avoid the complication of having a too low intraocular pressure.

–          The conjunctiva is sewn back in place to cover the area.
Trabeculectomy with iridectomy front view.

Fig. 2: Steps of Trabeculectomy procedure, anterior view. Click on image to see it on Alila Medical Media website where the image is also available for licensing (together with other related images and videos).

 

 

After surgery, aqueous humor drains into a filtering area called a “bleb” under the conjunctiva. Since the surgery is usually performed near the top of the eye, the bleb can easily be concealed behind the upper eyelid.

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