Category Archives: Orthopedics (muscles, joints, bones)

Common shoulder injuries and repair part 1: shoulder dislocation, bankart lesion and shouder instability, bankart repair surgery.
Common shoulder injuries and repair part 2 : rotator cuff injuries, separated shoulder, frozen shoulder.
Common knee injuries and repair part 1: knee joint anatomy, meniscus tear and repair.
Common knee injuries and repair part 2 : Knee sprains, ACL injuries, ACL reconstruction.
Common ankle injuries : Ankle joint anatomy, ankle sprains and fractures.
Ankle fusion surgery.
Femoral acetabular impingement (FAI of hip).
Bone remodeling.
Shoulder arthritis and surgical repairs.
Reverse total shoulder replacement.
Temporomandibular joint (TMJ) disorders.
Piriformis syndrome
Sciatica

Ciclo de Puentes Cruzados – Contracción muscular, con Animación.

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La contracción muscular es la base de todos los movimientos esqueléticos. Los músculos esqueléticos se componen de fibras musculares, que a su vez están hechas de unidades funcionales repetitivas llamadas sarcómeros. Cada sarcómero contiene muchos filamentos paralelos y superpuestos delgados (actina) y gruesos (miosina). El músculo se contrae cuando estos filamentos se deslizan uno sobre el otro, resultando en un acortamiento del sarcómero y por lo tanto del músculo. Esto se conoce como la teoría de los filamentos deslizantes. El ciclo de puentes cruzados forma la base molecular para este movimiento de deslizamiento.

  • La contracción muscular inicia cuando las fibras musculares son estimuladas por un impulso nervioso y los iones de calcio son liberados.
  • Las unidades de troponina en los miofilamentos de actina son enlazadas a los iones de calcio. La unión desplaza la tropomiosina a lo largo de los miofilamentos y expone los sitios de unión a la miosina.
  • En esta etapa, cada cabeza de miosina está unida a un ADP y a una molécula de fosfato remanente del ciclo anterior.
  • Las cabezas de miosina se unen a los sitios de unión recién expuestos en los miofilamentos de actina para formar puentes cruzados y la molécula de fosfato es liberada.
  • Los dos miofilamentos se deslizan uno sobre el otro, impulsados por la energía química almacenada en las cabezas de miosina. A medida que avanzan, las moléculas de ADP son liberadas.
  • Los enlaces entre los miofilamentos de actina y las cabezas de miosina se rompen cuando las moléculas de ATP se unen a las cabezas de miosina.
  • Las moléculas de ATP son descompuestas en ADP y fosfato – la energía liberada por esta reacción es almacenada en las cabezas de miosina, lista para ser usada en el siguiente ciclo de movimiento.
  • Las cabezas de miosina reanudan sus posiciones de partida, y ahora pueden empezar una nueva secuencia de unión a la actina.
  • La presencia de más iones de calcio desencadenará un nuevo ciclo.
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Muscle Contraction – The Cross Bridge Cycle, with Animation.

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Muscle contraction is at the basis of all skeletal movements. Skeletal muscles are composed of muscles fibers which in turn are made of repetitive functional units called sarcomeres. Each sarcomere contains many parallel, overlapping thin (actin) and thick (myosin) filaments. The muscle contracts when these filaments slide past each other, resulting in a shortening of the sarcomere and thus the muscle. This is known as the sliding filament theory. Cross-bridge cycling forms the molecular basis for this sliding movement.
– Muscle contraction is initiated when muscle fibers are stimulated by a nerve impulse and calcium ions are released.
– To trigger muscular contraction, the troponin units on the actin myofilaments are bound by calcium ions. The binding displaces tropomyosin along the myofilaments, which in turn (and) exposes the myosin binding sites.
– At this stage, the head of each myosin unit is bound to an ADP and a phosphate molecule remaining from the previous muscular contraction.
– Now, the myosin heads release these phosphates and bind to the actin myofilaments via the newly exposed myosin binding sites.
– In this way, the actin and myosin myofilaments are cross-linked.
– The two myofilaments glide past one another, propelled by a head-first movement of the myosin units powered by the chemical energy stored in their heads. As the units move, they release the ADP molecules bound to their heads.
– The gliding motion is halted when ATP molecules bind to the myosin heads, thus severing the bonds between myosin and actin.
– The ATP molecules bound to myosin are now decomposed into ADP and phosphate, with the energy released by this reaction stored in the myosin heads, ready to be used in the next cycle of movement.
– Having been unbound from actin, the myosin heads resume their starting positions along the actin myofilament, and can now begin a new sequence of actin binding.
– Thus, the presence of further calcium ions will trigger a new contraction cycle

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Reparo de Bankart, com Animação.

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Às vezes, a cabeça do úmero rasga parte do labrum, se deslocando. Isso é conhecido como uma lesão de Bankart. A lesão de Bankart pode resultar em instabilidade na articulação do ombro e necessitar de cirurgia. Um reparo de Bankart envolve a religação e compressão do labrum rasgado.
As bordas rasgadas do labrum são removidas, revelando o labrum novo.
Pequenos orifícios são perfurados na glenoide para receber um dispositivo de fixação especial, chamado de âncora. Suturas são fixadas às âncoras para puxar o labrum de volta para a glenoide.
Esse processo é repetido até que o labrum seja completamente fixado à glenoide.
Após o procedimento, o braço é colocado numa tipoia durante algumas semanas. Para recuperar o movimento e a força do ombro, a fisioterapia é obrigatória.

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ATM e Síndrome de Dor Miofascial, com Animação

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A articulação temporomandibular – a ATM – é a articulação entre a mandíbula e o osso temporal do crânio. O ATM é responsável pelo movimento da mandíbula e permite mastigar, falar e bocejar. Desordens temporomandibulares, ou DTM, se referem a um grupo de condições caracterizadas por dor na área da mandíbula e movimento limitado da mandíbula. DTM podem ser causadas por problemas na articulação em si ou nos músculos em torno da articulação. Problemas na articulação podem incluir: artrite, inflamação e desarranjos internos. Quando o problema é nos músculos, a condição é chamada de síndrome da dor miofascial.
A síndrome da dor miofascial é muito comum e pode ocorrer em pacientes com uma articulação temporomandibular normal. A síndrome é caracterizada pela presença de pontos híper-irritáveis localizados nos músculos esqueléticos chamados de pontos gatilho. Um ponto gatilho pode ser sentido como um nódulo de músculo com consistência mais dura que o normal. Palpação de pontos gatilho pode evocar dor em um local diferente. Isto é chamado de dor referida.
Pontos gatilho são desenvolvidos como um resultado de uso excessivo do músculo. Geralmente, os músculos da mastigação são sobrecarregados quando pacientes apertam ou rangem os dentes excessivamente de forma inconsciente durante o sono. O termo médico para esta condição é “bruxismo noturno”. Um ponto gatilho é composto de muitos nódulos de contração onde fibras musculares individuais contraem e não conseguem relaxar. As contrações contínuas dos sarcômeros comprimem o fornecimento de sangue local, resultando em falta de energia na área. Esta crise metabólica ativa os receptores de dor, gerando um padrão de dor regional que segue um caminho nervoso específico. Os padrões de dor são, portanto, consistentes e são bem documentados para vários músculos.
Pontos gatilho no masseter refere dor às bochechas, mandíbula, molares superiores e inferiores, sobrancelha, dentro da orelha e em torno da área da ATM. Pontos gatilho no músculo temporal também são associados com cefaleia e dor de dente nos dentes superiores. Os principais culpados da dor miofascial na área da ATM são os músculos pterigoideos. Pontos gatilho no pterigoideo medial referem dor à região da ATM na frente da orelha, dentro da boca e parte superior exterior do pescoço. Eles também podem se manifestar como garganta dolorida e dificuldade de engolir. Dor nos pontos gatilho no pterigoideo lateral pode ser sentida na frente da orelha e na parte superior da mandíbula.
Tratamentos visam abordar bruxismo, para aliviar espasmos musculares e liberar pontos gatilho. Opções de tratamento incluem:
– Terapias: controle de stress, terapia comportamental, biofeedback – para encorajar relaxamento.
– Protetores bucais noturnos: placas oclusais e protetores bucais – para proteger o dente de danos
– Medicamento: analgésicos, relaxantes musculares e injeções de botox.
– Técnicas de liberação de pontos gatilho, como injeções secas e “spray e alongamento”.

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Síndrome de Dor Miofascial e Tratamentos de Pontos Gatilho, com Animação

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Síndrome da dor miofascial é uma doença comum de dor crônica que pode afetar várias partes do corpo. A síndrome da dor miofascial é caracterizada pela presença de pontos híper-irritáveis localizados no músculoesquelético chamados de pontos gatilho. Um ponto gatilho pode ser sentido como uma banda ou um nódulo no músculo, com uma consistência mais dura que o normal. A palpação de pontos gatilho pode causar dor numa área diferente do corpo. Isto se chama dor referida. A dor referida torna o diagnóstico difícil, uma vez que vai replicar os sintomas de condições mais comumente conhecidas. Por exemplo, a dor associada ao ponto gatilho que causa dor na cabeça ou na região do pescoço pode manifestar-se como cefaleia tensional, dor na articulação temporomandibular, dor ocular ou zumbido.
Os sintomas da síndrome da dor miofascial incluem dor regional persistente, comumente associada a uma limitação do movimento do músculo afetado. A dor é mais frequentemente identificada na cabeça, pescoço, ombros, extremidades e na zona lombar.
Os pontos gatilho desenvolvem-se como consequência de lesões musculares. Estas podem ser trauma agudo causado por uma lesão desportiva, acidente, ou sobreutilização crônica do músculo causada por atividades ocupacionais repetitivas, stress emocional ou postura incorreta. Um ponto gatilho é composto por vários nódulos de contração onde as fibras musculares individuais contraem e não conseguem relaxar. Estas fibras fazem o músculo mais curto e constituem uma banda tensa – um grupo de fibras musculares tensas ao longo da extensão entre o ponto gatilho e a inserção muscular. A contração continuada do sarcômero muscular comprime a irrigação sanguínea local, resultando numa carência energética na área. Esta crise metabólica ativa os receptores de dor, gerando um padrão regional de dor que segue uma passagem nervosa específica. Os padrões de dor são, portanto, consistentes e bem documentados por vários músculos.
O tratamento da síndrome da dor miofascial pretende libertar os pontos gatilho e fazer o músculo afetado voltar ao seu tamanho e força normal. As opções mais comuns de tratamento incluem:
– Terapia manual, como massagem, envolve a aplicação de um determinado nível de pressão para libertar os pontos gatilho. O resultado da terapia manual depende muito da habilidade do terapeuta.
– A técnica de Spray e Alongamento em que se usa um vaporizador refrescante para baixar a temperatura da pele rapidamente enquanto se alonga, passivamente, o músculo alvo. Uma baixa repentina da temperatura da pele confere alívio da dor, permitindo que o músculo alongue completamente, o que liberta o ponto gatilho.
– Injeções no ponto gatilho de soluções salinas, anestesias locais ou esteroides são aceitos como tratamentos eficazes para os pontos gatilho miofasciais.
– Injeções secas – inserção da agulha sem injetar nenhuma solução – são consideradas tão eficazes como as infiltrações.

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Sciatique, avec Animation.

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Sciatique ou névralgie sciatique est une condition commune dans laquelle l’une des racines nerveuses du nerf sciatique est comprimée entraînant des douleurs en bas du dos, de la fesse et des jambes. Nerf sciatique est un nerf volumineux dérivé de 5 racines nerveuses: L4, L5, S1, S2 et S3. Il fonctionne à partir de la colonne lombaire, passe derrière l’articulation coxo-fémorale et se prolonge le long de la face postérieure de la jambe, jusqu’au bout du pied. Il y a un nerf sciatique de chaque côté du corps. Normalement, un seul côté du corps est affecté.
Une douleur sciatique typique est décrite comme une douleur aigue et lancinante en bas du dos, dans la fesse, la cuisse et la jambe d’un côté du corps. Il peut aussi y avoir des engourdissements, des brûlures et des picotements. La douleur peut empirer avec une position assise, en déplaçant, avec les éternuements ou la toux. Selon la position de la racine nerveuse comprimée, la douleur présente un trajet different qui suit la distribution de dermatome.
La cause la plus fréquente de sciatique est une hernie discale. Le disque vertébral est un coussin souple et élastique qui se trouve entre les vertèbres de la colonne vertébrale. Avec l’âge, les disques deviennent rigides et peuvent se fissurer; le noyau gélatineux du disque peut faire saillie et devient une hernie en dehors des limites normales du disque. Hernie discale appuie sur la racine nerveuse qui émerge de la vertèbre.

Dans la majorité des cas, la condition se résorbe d’elle-même après quelques semaines de repos et un traitement conservateur. Analgésiques, anti-inflammatoires non stéroïdiens et des relaxants musculaires peuvent être prescrits. Les exercices d’étirement et la thérapie physique peuvent être recommandés.
Une intervention chirurgicale peut être nécessaire si la douleur ne disparaît pas au bout de 3 mois ou plus de traitements conservateurs. La hernie discale peut être éliminée dans une procédure appelée discectomie. Ou, dans une autre procédure appelée laminectomie, une partie de l’os vertébral peut être retirée pour faire de la place pour le nerf.

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L’ATM et le Syndrome de la Douleur Myofasciale, avec Animation.

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L’articulation temporo-mandibulaire – l’ATM – est l’articulation entre la mâchoire inférieure – la mandibule – et l’os temporal du crâne. L’ATM est responsable du mouvement de la mâchoire et nous permet de mastiquer, parler et bâiller. Le trouble de l’articulation temporomandibulaire est un terme collectif incluant un groupe de pathologies caractérisées par une douleur dans la région de la mâchoire et un mouvement limité de la mandibule. Un trouble de l’ATM peut être causé par des problèmes dans l’articulation elle-même ou dans des muscles environnants. Les problèmes de l’articulation comprennent: l’arthrite, l’inflammation et les troubles internes. Lorsque le problème est dans les muscles, la condition est appelée syndrome de la douleur myofasciale.
Le syndrome de la douleur myofasciale est très fréquent et peut survenir chez les patients avec une articulation temporo-mandibulaire normale. Ce syndrome est caractérisé par la présence des nodules hyperexcitables situés dans les muscles squelettiques appelés “points de déclenchement”. Un point de déclenchement peut être ressenti comme une bande ou un nodule de muscle plus rigide que normale. La palpation de points de déclenchement peut susciter la douleur dans une zone différente du corps. Ceci est appelé douleur référée.
Les points de déclenchement sont développés à la suite de la surutilisation des muscles. Généralement, les muscles de la mastication sont surchargés de travail lorsque les patients se grincent les dents inconsciemment pendant le sommeil. Le terme médical pour cette condition est “bruxisme nocturne”.
Un point de déclenchement est composé de nombreux noeuds de contraction où les fibres musculaires se contractent mais ne peuvent pas se relaxer. La contraction soutenue des sarcomères comprime la circulation sanguine locale, provoquant une pénurie d’énergie de la région. Cette crise métabolique déclenche l’activation des nocicepteurs, générant un schéma de douleur régionale qui fait suite à un passage du nerf spécifique. Les zones de douleur sont donc cohérentes et sont bien documentés pour les muscles différents.

Les points de déclenchement dans le masséter se réfèrent la douleur aux joues, à la mâchoire inférieure, aux dents molaires supérieure et inférieures, aux sourcils, à l’intérieur de l’oreille et autour de la zone de l’ATM. Les points de déclenchement dans le muscle temporal sont également associés à des maux de tête et des dents supérieures. Les principaux coupables de la douleur myofasciale dans la région de l’ATM sont les muscles ptérygoïdiens. Les points de déclenchement dans le ptérygoïdien médial se réfèrent la douleur à la région de l’ATM à l’avant de l’oreille, dans la bouche et à la partie extérieure supérieure du cou. Ils peuvent également se manifester par des maux de gorge et une difficulté à avaler. La douleur venant des points de déclenchement du ptérygoïdien latéral peut être ressentie en avant de l’oreille et sur la mâchoire supérieure.
Les traitements visent à traiter le bruxisme, à soulager les spasmes musculaires et libérer des points de déclenchement. Les options de traitement comprennent:
– Thérapies: gestion du stress, thérapie comportementale, biofeedback – pour encourager la relaxation.
– Gardien de nuit dentaire: attelles et protège-dents – pour protéger les dents contre les dommages.
– Médicaments: analgésiques, relaxants musculaires, injections de botox.
– Techniques de libération myofasciales tels que l’aiguilletage à sec et la méthode d’étirement.

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Frozen Shoulder, with Video.

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Frozen shoulder, also known as adhesive capsulitis, is a common condition characterized by pain and limited motions of the shoulder joint. Symptoms usually begin gradually, worsen with time and then resolve on their own, typically within a couple of years.

Anatomy: The shoulder joint is enclosed in a layer of connective tissue, called the shoulder capsule. In frozen shoulder, this capsule is inflamed, thickens and becomes tight. This makes shoulder movements difficult and painful.

Frozen shoulder develops in three stages:

The “freezing” stage is characterized by increasing shoulder pain. The pain is usually felt over the outer shoulder area and sometimes on the upper arm.

The “frozen” stage is marked by progressive loss of shoulder movement, while painful symptoms may actually improve.

In the “thawing” stage, shoulder motions slowly improve. Patients regain most or all shoulder movements, but the process may take months or even years to complete.

Frozen shoulder can be prevented by keeping the shoulder joint fully moving. Often, a shoulder starts to hurt with the onset of inflammation in the capsule. Because pain discourages movement, immobilization subsequently enables scar tissue deposits, which thicken the capsule and freeze the shoulder.

Treatment aims to speed up the natural recovery phase of the disease. The focus of treatment is to control pain and restore motion.

Non-surgical treatments include:

  • Non-steroidal anti-inflammatory drugs, steroid injections – to reduce pain and inflammation.
  • Physical therapy, stretching exercises – to restore motion range.

Surgical treatments are only recommended when conservative management has failed. These include:

Manipulation under anesthesia: In this procedure, the patient is put to sleep and the shoulder is forced to move in all directions to loosen or rupture the capsule.

Arthroscopic capsular release: In this procedure, the tight portion of the joint capsule is cut using small instruments inserted through keyhole incisions around the shoulder.

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Piriformis Syndrome versus Sciatica, with Video.

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Piriformis syndrome is a neuromuscular condition where the piriformis muscle – one of the deep gluteal muscles – presses on and compresses the sciatic nerve causing pain, tingling and numbness in the buttock area and down the path of sciatic nerve to the thigh and leg.
Sciatic nerve runs UNDER the piriformis muscle and may be irritated when the muscle is too tight or shortened due to spasms. Piriformis syndrome is to be differentiated from sciatica which shows similar symptoms but has different causes.
Diagnosis is commonly done by EXCLUSION of sciatica. Because sciatica usually associates with compression of sciatic nerve roots by a herniated disc, sciatic symptoms in the ABSENCE of spinal disc herniation are indicative of piriformis syndrome.
Causes and risk factors of piriformis syndrome include:
– Anatomical abnormality of the nerve-muscle relation. Some people are more likely to get piriformis syndrome than others.
– Tightness or spasm of the piriformis muscle due to overuse injury. This commonly happens in sport activities that put pressure on the piriformis muscle such as bicycling, running without proper stretching, or any activity that involves repeated movements of the legs performed in sitting position.
Treatment options include:
– Stretching exercises, massage, avoidance of causative activities.
– Anti-inflammatory drugs, muscle relaxants for relief of symptoms.
– Physical therapy that strengthens the gluteus maximus, gluteus medius, and biceps femoris is usually recommended to reduce strain on the piriformis muscle.

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Anatomia da Articulação Temporomandibular e Deslocamento de Disco

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A articulação temporomandibular – ATM – é a articulação entre a mandíbula e o osso temporal do crânio. A ATM é responsável pelo movimento mandibular e é a articulação mais usada do corpo. A ATM é essencialmente a articulação entre o côndilo da mandíbula e a fossa mandibular – uma depressão no osso temporal. A característica única da ATM é o disco articular – uma cartilagem flexível e elástica que serve de amortecedor entre as superfícies dos dois ossos. O disco não tem terminações nervosas nem vasos sanguíneos o que o torna insensível à dor. Anteriormente este se liga ao músculo pterigoide lateral – um músculo da mastigação. Posteriormente, este continua como tecido retrodiscal, plenamente abastecido de vasos sanguíneos e nervos.

A mandíbula é o único osso que se move quando a boca abre. Os primeiros 20 mm de abertura envolvem apenas um movimento rotativo do côndilo dentro da fossa. Para que a boca se abra mais, o côndilo e o disco articular têm que sair da fossa, abaixo da eminência articular, uma superfície convexa do osso localizada na parte anterior à fossa. Este movimento é chamado translação.

O problema mais comum da ATM é o deslocamento do disco articular, e na maioria dos casos, o disco é deslocado anteriormente. Quando o disco articular se move para frente, o tecido retrodiscal é repuxado entre os dois ossos. Isto pode tornar-se muito doloroso porque este tecido é totalmente vascularizado e inervado, ao contrário do disco.

O disco deslocado para frente é um obstáculo para o movimento do côndilo quando a boca está abrindo. Para abrir completamente a mandíbula, o côndilo tem que saltar da extremidade traseira do disco articular para o centro. Isto produz um som de clique ou “pop”. Ao fechar, o côndilo desliza para fora do disco e por isso faz novamente “click” ou “pop”. Esta condição é chamada de deslocamento do disco com redução.

Em estados mais avançados de deslocamento do disco, o côndilo mantém-se sempre atrás do disco, sem conseguir voltar para o disco, o som de clique desaparece, mas a abertura da boca é limitada. Esta é normalmente a fase mais sintomática – a mandíbula diz-se “trancada” uma vez que não é possível abrir amplamente. Nesta fase a condição é chamada de deslocamento do disco sem redução.

Felizmente, na maioria dos casos, a condição se resolve sozinha ao final de algum tempo. Isto graças ao processo chamado adaptação natural do tecido retrodiscal, que ao final de algum tempo se torna tecido de cicatrização e consegue substituir o disco funcionalmente. Na verdade, torna-se tão semelhante ao disco que é chamado de pseudodisco.

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